segunda-feira, 9 de junho de 2014

Seu nome está neste livro?

Lendo os capítulos iniciais de I Crônicas nos deparamos com longas listas de nomes. São genealogias da história e pré-história de Israel. Como Crônicas foi escrito após os setenta anos do exílio babilônico nos séculos VI e V a. Cristo, era importantíssimo que cada israelita que retornava do exílio pudesse justificar suas origens. Precisa provar que era do povo de Israel. Só assim podia requerer direito de posse as heranças que retomavam ao passado. E os livros de Crônicas registram estas genealogias, que talvez nos pareçam leituras cansativas e maçantes.

Atenção: tem um Livro onde estão registrados os nomes dos herdeiros do Reino dos Céus da Nova Aliança. Apocalipse 20.11-15 faz referência e este livros. Os nomes são ali inscritos quando as pessoas reconhecem o Senhorio de Jesus sobre suas vidas e buscam servi-lo. Foram lavados de seus pecados e salvos pela graça. Cada um de nós precisa ter certeza que seu nome esteja ali registrado. Seu nome está neste livro?

Sergio A. Schaefer e Irno Prediger

terça-feira, 3 de junho de 2014

Texto de 2Rs 16 e 17

Interessante estar lendo de forma contínua a Bíblia. Estamos no terceiro ano dessa leitura. E, cada vez que passamos pelos textos, Deus fala de uma forma diferente. Seja nos mostrando coisas que passaram despercebidas na leitura anterior ou nos fazendo aprofundar em um tema especifico.

Este ano tenho percebido o quanto a humanidade tem buscado por ídolos. O quão grande é o poder do pecado, que induz o ser humano a se desviar do caminho do Senhor. Deus alerta, de que é abominável fazer imagem de escultura para adoração, não basta à desobediência, já no deserto quando fundem o bezerro de ouro, os reis de Israel avançam, fundem dois bezerros e ainda chegam a sacrificar seus filhos. Em 2Rs 17. 14-18 temos um resumo dessa desobediência.

E hoje, quais são os nossos ídolos? Quantos filhos são sacrificados na atualidade, por conta de uma carreira profissional? Por conta da “minha felicidade”? São alguns dos questionamentos que tenho feito. Já tenho algumas respostas. Outras serão respondidas. E, com certeza Deus quer que tenhamos uma atitude diferente. Enfim, pensemos nisso!

Benito Holz Konflanz
Curitiba/PR

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Fidelidade de Deus

"...vivifica-nos, e invocaremos teu nome. Restaura-nos, ó SENHOR, Deus dos Exércitos, faz resplandecer o teu rosto, e seremos salvos." Salmo 80.18b-19

      Hoje demos início ao segundo Livro de Reis. O tema geral dos Livros de Reis é a fidelidade de Deus para com o seu povo da aliança. Na história de hoje, em especial, podemos perceber a bondade de Deus e seu cuidado para com os seus amados. Elias é avisado por Deus que será tomado por Ele ao céu e, para isso, começa a se despedir do seu discípulo, Eliseu. Eliseu sente pela partida do seu senhor e promete acompanhá-lo para onde for sem o deixar. Pelo caminho, os discípulos dos profetas das cidades por onde passavam vinham avisar Eliseu do fim do tempo ao lado do seu senhor. Consigo sentir, nas palavras de Eliseu, a tristeza que acompanhava seu coração: "Também eu o sei; calai-vos" (2Rs 2.3b), ele sempre respondia aos homens. Minha imaginação permite-me pensar no medo que tomava conta de Eliseu. Talvez ele pensasse: "Como posso seguir sozinho?"; ou "O que será de mim sem as orientações do meu senhor?"; ou quem sabe ainda "Não sou capaz de seguir só". 

      De toda forma, Eliseu sabia o que haveria de acontecer. Deus fazia questão de lembrá-lo constantemente. Eliseu também sabia que jamais seria capaz de seguir os passos de Elias com suas próprias forças. Assim, pediu uma "porção dobrada" do espírito de Elias. Estava buscando uma herança espiritual, pois tinha consciência da grande tarefa que estava diante dele. Em toda caminhada, Deus não o desamparou. Esteve presente durante o discipulado com Elias. Preparou-o para a partida de seu senhor. Derramou sobre ele o poder concedido pelo Espírito Santo para prosseguir o ministério. Pude perceber que assim Deus age em nossas vidas. Nos molda e constrói nosso caráter através dos irmãos pelo discipulado. Nos prepara nas tribulações fortalecendo nossa fé, como diz em Romanos 5.3-5 (NVI): "Não só isso, mas também nos gloriamos nas tribulações, porque sabemos que a tribulação produz perseverança; a perseverança, um caráter aprovado; e o caráter aprovado, esperança. E a esperança não nos decepciona, porque Deus derramou seu amor em nossos corações, por meio do Espírito Santo que ele nos concedeu." Enfim, o Senhor nos impulsiona ao trabalho, nos chama a cooperar na edificação da sua obra. Você aceita arregaçar as magas?

Ana Cristina Lohmann da Silva
Teresina/PI

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Salomão: O sábio rei de vida tola



A maior parte da nossa leitura fala sobre Salomão e sobre as coisas que ele fez, é sobre isso que iremos nos abster agora. A Bíblia se refere a Salomão como o homem mais sábio que já viveu. Antes da morte do seu pai Davi, ele recebe vários conselhos e instruções.
E assim, ele começou seu reinado honrando a Deus e servindo as pessoas, e quando esse Deus aparece a ele, o seu pedido foi simples: Sabedoria. Deus atende seu pedido e ainda lhe acrescentou riquezas, paz e fama. Durante o seu reinado, Israel teve o maior território de toda a sua história e se tornou uma nação próspera. Com isso, Salomão governou e decidiu as coisas de forma que a justiça e o serviço a Deus se fizeram presentes e visíveis. Ele também escreveu provérbios, compôs cânticos e salmos a ponto de que pessoas de reinos distantes viessem ouvir da sabedoria dele.
Contudo, ele terminou seu reinado em tremendo fracasso e em total desvio do princípio com o qual tinha começado. Uma pergunta que nos deixa dúvida é: O que aconteceu para que esse desvio ocorresse?
A resposta é simples, mas assustadora: Ele usou o mesmo método destrutivo que muitos homens (e mulheres) usam hoje no seu lar: Se esqueceu da necessária caminhada dinâmica e diária com Deus.
Com o tempo, ele começou a depender unicamente do dom da sabedoria que lhe fora dada e a levar em conta somente a sua opinião em todas as questões que se referiam àquilo que competia a ele como rei, esquecendo-se de manter um relacionamento COM Deus e de buscar as respostas EM Deus, o que levava a uma aparência de certo, mas que ao mesmo tempo destruía seu reino.
De nada adiantou toda a majestade e sabedoria que Salomão recebeu se não buscou o Deus que deu essas coisas a ele. Durante a sua vida, ele se esqueceu do mais importante: Buscar a Deus e a vontade Dele, que foi uma das marcas do seu início.
Cada vez que volto à história de Salomão sou lembrado de que nossas atitudes egoístas e precipitadas não podem sobrepor a vontade e a resposta de Deus. Com o cristão, a precedência é (ou deveria ser) outra. Por meio do nosso relacionamento com Deus, conhecemos qual é a vontade dele e qual é o caminho que devemos seguir, justamente por que no decorrer dessa relação ele nos dá discernimento entre as coisas que são boas ou não para essa relação e para as decisões que temos que tomar em vida.
Nossa relação com Deus não é um submeter-se imposto por Ele, mas um despir-se de quem nós somos (com nossa teimosia egocentrista e com nossas fragilidades), e dar lugar às coisas que Deus nos dá para preencher e nos moldar conforme a vontade Dele.

Que não permitamos deixar de lado a nossa relação com Deus (nem que tenhamos que pedir socorro ao nosso irmão para que ele nos sustente por algum tempo), e que também possamos estar ajudando os irmãos que estão cambaleantes nessa caminhada, para que no fim da carreira, quando o tempo da partida estiver próximo, possamos dizer: “Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé. Agora me está reservada a coroa da justiça, que o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amam a sua vinda.” 2 Tim 4.7-8. Em nome de Jesus, amém.

Adelar Ragazzon Appelt
Estudante de Teologia da EST

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Chegamos ao fim do livro de Josué...

Graça e paz,

Meus irmãos,  hj chegamos ao fim do livro de Josué e com ele inúmeras histórias de tirar o fôlego.  Deus abençoou grandemente Josué por sua obediência. O último capítulo mostra Josué já em avançada idade tendo que relembrar o povo de Israel das maravilhas de Deus realizadas no seu meio assim como a sua fidelidade ao longo da caminha do deserto até à terra prometida. 

Aqui podemos tirar a primeira lição.  O líder não pode cansar de lembrar a razão pela qual existe. Tem que trazer a memória das pessoas que ele conduz que Deus é soberano sobre a história e que Seu amor quer ser proclamado e anunciado por meio de nossas vidas pra todas as nações. 


Segunda lição que impactou a minha vida, se encontra no tão conhecido versículo 15. O povo que havia passado muito sofrimento no deserto, agora experimenta abundância na terra prometida. É quando temos tudo em abundância que percebemos a nossa ingratidão a Deus e se torna dificil dar todo crédito e louvor a Deus que nos concede todas as coisas como Pai bondoso que é. Deus começa a ser esquecido, então,  Josué desafia o povo a ser fiel a Deus dizendo: eu e minha casa serviremos ao Senhor. Essa declaração veio de um homem que sabe o seu papel no lar. De líder servo, que conduz a sua família pra perto dos propósitos de Deus.


Que Deus continue a levantar líderes servos que saibam guiar aqueles que Deus os confiou e que assuma o seu papel no lar, orientando e carregando sua família em oração. Homens não sejamos omissos em nossa casa. Abençoada leitura na presença do nosso Senhor. Amém


Bruno kessler Gauthier

terça-feira, 11 de março de 2014

Você quer entrar?

Você já leu a Bíblia hoje? A Leitura bíblica prevista para o dia de hoje é mais uma vez fantástica. Estamos na leitura prevista em Números 26 e 27 e em Lucas 24. Quero apenas dar uma pincelada nestes trechos e incentivar você a ler.

Na leitura do livro de Números, no dia de hoje, lemos que novamente o povo de D...eus é contado, e a soma é de seiscentos e um mil setecentos e trinta e mais vinte e três mil da tribo de Levi. Todos estes, não haviam sido contados por Moisés e Arão no monte Sinai (após a saída do Egito). Todos que foram contados na primeira ocasião já haviam morrido, pois não creram nas promessas de Deus, murmuravam e com isso Deus os castigou e não os deu a terra prometida. Mas ainda está vivo Moisés. E chega o grande momento de Moisés. Deus o convida a subir no monte Abarim onde que ele vê a terra prometida. Moisés viu, mas apenas isso. Não pode usufruir a mesma, mas viu. Moisés havia sido rebelde em uma parte da caminhada e, portanto, juntamente com todos (menos Josué e Calebe) que foram contados no primeiro censo não entraram na terra prometida. Imagino eu, que Moisés deve ter enchido os olhos de lagrimas, tanto de alegria e de arrependimento. E por fim, faz um pedido ao Senhor. E este pedido é que o povo de Deus não ficasse igual ovelha sem PASTOR. Deus assim nomeia a Josué.....

Já na leitura do Novo Testamento, em Lucas, vemos algo muito parecido. Era um domingo de manha, primeiro dia da semana e algumas mulheres também foram ao monte ver. Elas foram ver o túmulo do BOM PASTOR e chegando lá, acharam a pedra removida e o sepulcro vazio. Apareceram dois varões que lhes disse: “porque buscais entre os mortos ao que vive?” Imagino eu, que agora estas mulheres também devem ter enchido os olhos de lagrimas, não agora por algo que não poderiam ter ou tocar, mas sim por imensa alegria: Jesus vive. O Pastor verdadeiro não está morto. Moisés apenas pode ver a terra de longe, mas estas mulheres nem viram a terra (Jesus), elas tiveram fé e correram a anunciar, Jesus vive.
Moisés não entrou na terra prometida, mas você e eu temos hoje esta oportunidade. Jesus vive. Estamos na quaresma e gostaria de convidar você para que ainda no dia de hoje pense e reflita a importância que a Páscoa nos trás. Daqui uns dias celebraremos a Páscoa e que possamos perceber de que através da ressurreição Cristo também nos faz ver a terra prometida, a Nova Jerusalém. Você quer apenas ver como Moisés? Ou queres entrar? 

 Deus os abençoe.
Na paz de Cristo, Pastor Mateus Holz Tasso.